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[A Guerra Fria]
[Ricardo de Oliveira]
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A Guerra Fria
A expressão Guerra Fria remete a uma modalidade de disputa pela hegemonia, em que todas as táticas são possíveis, menos a guerra clássica (o conflito direto entre as superpotências).
A Conferência de Yalta consagrou a ascensão das duas potencias que mais contribuíram para a derrota Hitlerista: os Estados Unidos e a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Formaram-se desse modo duas grandes áreas de influencia em escala planetária, a capitalista e da socialista, sob a hegemonia, respectivamente dos Estados Unidos e da União soviética.
Todas as táticas eram permitidas, menos o conflito direto entre as superpotências nucleares.
Esses primeiros choques da Guerra Fria estabeleceriam o padrão para os confrontos subseqüentes. A militarização também tomou conta dos serviços de inteligência desses países, colocados em maior ou menor grau sob a hegemonia de Agencia Central de Inteligência (CIA) e de outros órgãos de informações dos Estados Unidos.
Outro evento crucial de 1949 foi à realização do primeiro teste nuclear soviético, no Deserto do Cazaquistão: era o início da corrida nuclear entre as duas superpotências.
A corrida armamentista entre as duas potência mundiais fez com que as indústrias bélicas aumentassem seus lucros e absorvessem um número grande de trabalhadores.
A rendição incondicional da Alemanha nazista, em maio de 1945, colocou na ordem do dia a questão do futuro da nação alemã.
Influenciados pelos recentes acontecimentos ligados ao bloqueio de Berlim, a sociedade do Oeste da Alemanha acabou por aderir ao bloco ocidental, dando início a um processo político que culminou na formação da República Federal da Alemanha (RFA), em 1949. Os soviéticos responderam, no mesmo ano, com a criação do segundo Estado alemão: a República Democrática Alemã (RDA).
Durante todo o período da Guerra Fria, foram eliminadas quaisquer chances de reunificação da Alemanha. O Muro de Berlim tornou-se um triste símbolo da Guerra Fria e da divisão do mundo em áreas de influencias.
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"Criamos a época velocidade, mas nos sentimos enclasurados dentro dela.A máquinas, que produz abundância,tem-nos deixados em penúria,nossos conhecimentos fizerm-nos cáoticos,nossa inteligencia emperdenidos e crueis.
Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas precisamos de humanidade. Mais do que de inteligencia ,precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violencia e tudo será perdido."
CHARLE CHAPPLIN (O GRANDE DITADOR)




