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A crise de 1929 e seus reflexos na economia global
A crise de 1929 e seus reflexos na economia global

A crise de 1929 e seus reflexos na economia global

A Primeira Guerra Mundial trouxe conseqüências bastante diversificadas para a sociedade internacional. As perdas populacionais e as perturbações econômicas atingiram enormes proporções para os Estados da Europa oriental, França, Alemanha e Itália.

Já Estados Unidos, Canadá, Austrália, África do Sul, Índia e parte da America do Sul tiveram suas economias estimuladas.

Os Estados Unidos foram os grandes beneficiados: entre 1914 e 1919, o centro das finanças mundiais transferiu-se para aquele país. Assim, enquanto as dívidas internacionais da Europa aumentavam, devido ao financiamento da guerra, os Estados Unidos tornaram-se a maior nação credora do mundo

A estrutura da economia norte-americana mostrava-se bem distinta da de outros países: dependia menos do comercio exterior e não estava tão integrada ao contexto mundial; ao mesmo tempo, tinha inclinações protecionistas (especialmente na agricultura) e não se alinhava entre os partidários do livre comercio. No final dos anos 1920, os Estados Unidos estavam em plena euforia econômica.

Que explicação havia para tamanha catástrofe senão uma crise de superprodução? Em outras palavras, foi uma crise decorrente de uma produção em quantidade superior a capacidade de absorção do mercado consumidor. Outro fator que contribuiu para a crise de superprodução norte-americana foi à situação da economia internacional. A quebra da Bolsa de valores de Nova York atingiu também o resto do mundo, com exceções da URSS.

O crash de Wall Street golpeou os empréstimos norte-americanos, provocando uma reação em cadeia que parecia incontrolável.

A deflação (ação de diminuir o excesso de papel-moeda em circulação), a desvalorização da moeda, a adoção de medidas restritivas sobre o comercio e o capital e o não pagamento de divídas internacionais foram algumas das iniciativas utilizadas na época pelos países afetados pela crise.

A partir daí, grupos nacionalistas mais radicais, especialmente os da extrema-direita, passaram a utilizar a crise econômica como justificativa para atacarem todo o sistema liberal-capitalista e para exigirem políticas nacionais mais positivas, apoiadas por uma ditadura, se necessário.

Os Estados do mundo inteiro costumam adotar medidas ou normas que definem orientações políticas e econômicas destinadas a aumentar a riqueza nacional e promover o bem-estar da população. O crescimento econômico deve ser incentivado, porque a produção de mais bens e serviços concorre para a melhoria geral do padrão de vida.

O New Deal (novo acordo ou nova transação) foi um programa de ação executado pelo governo do presidente Franklin Delano Roosevelt, nos EUA, entre 1933 e 1945 com objetivo de resgatar o crescimento econômico interrompido pelo crash de 1929.

Para reduzir a superprodução agrícola, o governo passou a fornecer subsídio aos fazendeiros que deixassem suas terras em repouso.

O New Deal estava baseado nas doutrinas do economista britânico John Maynards Keynes. Ele defendia a intervenção governamental na economia e argumentava que o desemprego poderia ser evitado se os governos canalizassem seus gastos para programas de obras públicas.

Em meio às turbulências causadas pela Grande Depressão e à procura de novos modelos econômicos, um Estado chamava a atenção do resto do mundo. Com a crise todos os países capitalistas ficaram c A imagem que virou icone da Grande  Depressãoom sua economia abalada co exceção dos países socialista liderado pela URSS.

 

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"Criamos a época velocidade, mas nos sentimos enclasurados dentro dela.A máquinas, que produz abundância,tem-nos deixados em penúria,nossos conhecimentos fizerm-nos cáoticos,nossa inteligencia emperdenidos e crueis.

             Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas precisamos de humanidade. Mais  do que de inteligencia ,precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violencia e tudo será perdido."

                                                                                  CHARLE CHAPPLIN (O GRANDE DITADOR)