Desde a Revolução Industrial no século XVIII na Inglaterra, que as crianças eram exploradas pelas indústrias, por serem mão-de–obra mais barata e muitas vezes apropriadas para o manuseio de pequenas peças, só apenas alguns séculos mais tarde que o trabalho infantil tornou-se uma pratica mundialmente condenada.
No entanto, apesar de hoje existir leis que proíbem o trabalho infantil em muitos países, inclusive o Brasil, o trabalho infantil permanece em pleno século XXI, “roubando” a infância e a dignidade de milhões de crianças e adolescentes diante do desrespeito aos direitos humanos fundamentais que não lhes são reconhecidos: por culpa do poder público.
No Brasil, por exemplo, milhões de crianças deixam de frequentar a escola para trabalhar em carvoarias entre outros, para ajudar no sustento de suas famílias, mas acabam no futuro sem melhores alternativas de um bom emprego, por falta de estudo, continuando nesses serviços pesados que certamente acarretam, em problemas ergonômicos.
Mas é dever dos órgãos governamentais atuar de forma prioritária e efetiva sobre os direitos das crianças e adolescentes, tendo também em dever a família, a comunidade e a sociedade em geral de assegurar esses direitos referentes à vida, a saúde, a alimentação, a educação e ao lazer. Só assim nossas crianças e adolescentes poderão desfrutar de sua infância com dignidade e consequentemente terão uma educação que lhe oferecerá um bom emprego.
Com isso, conclui-se que o trabalho infantil só terá um fim quando todos agirem com o mesmo propósito: o de respeitar os direitos das crianças, pois elas serão as pessoas que no futuro iram da continuidade ao nosso legado.
Autor: Ricardo de Oliveira
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"Criamos a época velocidade, mas nos sentimos enclasurados dentro dela.A máquinas, que produz abundância,tem-nos deixados em penúria,nossos conhecimentos fizerm-nos cáoticos,nossa inteligencia emperdenidos e crueis.
Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas precisamos de humanidade. Mais do que de inteligencia ,precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violencia e tudo será perdido."
CHARLE CHAPPLIN (O GRANDE DITADOR)




